COMO EVOLUIR SEM PERDER A ESSÊNCIA

Na década de 60, a agência militar ARPA, do Departamento de Defesa dos EUA, gestou a ARPANET, dando início à comunicabilidade via WEB. O projeto visava garantir a comunicação segura entre os centros de pesquisa e as universidades em caso de ataque nuclear contra os Estados Unidos. A primeira mensagem, de acordo com a história, ocorreu em 1969, entre o Stanford Research Institute e a Universidade da Califórnia. No dia 1º de janeiro de 1983, a ARPANET adotou oficialmente o padrão TCP/IP, consagrando-o como data de nascimento da internet.
O Transmission Control Protocol (TCP) é o sistema que controla as transmissões via internet. O Internet Protocol (IP) é o que garante a entrega das mensagens. Juntos, eles asseguram a comunicação segura entre quaisquer redes. Atualmente, já não conseguimos viver sem tais recursos. No entanto há coisas que, a despeito do tempo, continuam imutáveis, porém ainda úteis. Imagine, por exemplo, a história do grafite. Descoberto em 1564, ele foi aperfeiçoado em 1795 e revestido com madeira, tornando-se no que todos ainda usamos como lápis.
Numa época em que quase tudo se transforma a cada minuto, é fácil acreditar que apenas as novidades têm valor. Todavia o lápis nos exorta a crer que, mesmo o básico, quando bem feito, não necessita de disrupção para continuar útil. O alicerce de uma construção, invisível aos olhos, continua essencial à sua sustentação. Contudo o fascínio pelo novo pode provocar cegueira: busca-se o brilho de novas tendências, mas ignora-se o simples que garante resultados. Há quem fracasse não por falta de tecnologia, mas por desdenhar práticas básicas. É assaz perceptível a pressão atual pelo moderno e disruptivo. Não obstante, clientes e parceiros continuam valorizando atributos tradicionais, como o bom atendimento, respeito, clareza, confiança, qualidade e previsibilidade.
Porém a ânsia pelo moderno pode levar a soluções complexas para problemas que são apenas básicos. Deliberar sobre inteligência artificial enquanto falta escuta e alinhamento é um exemplo disso. De nada adianta correr atrás do futuro se o presente ainda não está estruturado e fortemente alinhado ao elementar. A modernidade deve vir respaldada por práticas humanas e consistentes. Evoluir não significa abandonar os fundamentos. O lápis se aperfeiçoou na ergonomia e na sustentabilidade, mas manteve intacta sua função. Organizações maduras compreendem essa lógica e inovam sem destruir culturas nem perder a essência de seus objetivos. Essa maturidade é o que as preserva de modismos supressores das boas práticas. No atual mundo tecnológico em que vivemos, quem se preocupa com o básico alinhado com a tecnologia acaba se sobressaindo.
Pois bem! O objetivo das autarquias corporativas é promover segurança à sociedade. Para isso, precisam perseguir a evolução tecnológica e a excelência profissional. Todavia não podem negligenciar a humanidade daqueles que as sustentam. Amadurecer é reconhecer que novidades não substituem o essencial. O básico bem feito dá consistência às mudanças e fortalece as relações. É isso que o Sistema Cofeci-Creci tem buscado: evoluir sem vilipêndio aos valores dos Corretores de Imóveis, com respaldo na confiança e na verdade, não em falácias!
João Teodoro da Silva Presidente – Sistema Cofeci-Creci – 19/SET/2026
(Neurocientista Comportamental)

Connections Hint Today adds a useful layer of support to the daily word-solving experience. When players cannot identify a category, a small clue can help them reconsider the grid from another angle. The guidance may relate to a phrase, theme, object, or broader idea. Players can still work through the combinations independently after receiving the hint. That balance keeps the challenge both approachable and rewarding.
The part about the pencil staying useful for centuries while everything else changes really stuck with me. I looked up more on this idea at Graveyard Keeper 2 Wiki and it made me think about how we chase new tools but forget the basics that actually work.