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A MULHER NO ATUAL CONTEXTO SOCIAL – DESAFIOS DO SÉCULO XXI

Em 2026, a ONU Mulheres afirma que nenhum país conseguiu eliminar por completo as disparidades entre homens e mulheres. Globalmente, elas detêm apenas 64% dos direitos legais garantidos aos homens. Isso demonstra que, apesar dos avanços, o caminho rumo à plena equidade ainda é longo e exige ação coletiva. Por isso, cinco décadas depois de instituído pela ONU, o mundo comemora 8 de março como dia internacional da mulher. A data destaca a importância da mulher na sociedade, mas também denuncia as persistentes desigualdades.


Todos nascemos de uma mulher. Esse fato biológico já seria suficiente para colocá-la em posição de reverência. Mas sua relevância transcende a maternidade: gestão familiar, educação dos filhos, construção de valores e sustentação emocional dos lares. Antigas sociedades as tratavam não raro com desdém. Hoje, porém, elas ocupam espaços de poder nas organizações e influenciam decisões políticas e econômicas, embora com muita luta e resistência contra estruturas patriarcais. Essas conquistas se devem à garra e persistência de cada mulher.


No campo científico e intelectual, o destaque das mulheres é notável. Basta lembrar as agraciadas com o Prêmio Nobel: Marie Curie, Malala Yousafzai e tantas outras. Na OAB do Brasil, há mais mulheres do que homens ostentando posições relevantes na magistratura, no Ministério Público e nas polícias. Esse protagonismo não é fruto apenas da resiliência, é da capacidade técnica. Apesar da luta contra a disparidade, no setor privado, as mulheres em cargos de liderança aumentam dia a dia, provando que talento e intelecto não têm gênero.


Todavia, globalmente, elas ainda recebem salários inferiores em funções análogas. O fenômeno, conhecido como gender pay gap, decorre do preconceito e da dificuldade de conciliar as responsabilidades familiares com a carreira. O combate a essa desigualdade exige políticas públicas eficazes e mudança cultural que reconheça o trabalho feminino. Em todo o mundo, um dos maiores desafios é combater a violência contra a mulher, que continua vítima de maldade doméstica, sexual e psicológica. Sem vencê-lo, qualquer avanço será incompleto.


A legislação tem papel crucial na proteção e promoção dos direitos femininos. Mas, como destaca a ONU Mulheres/2026, ainda há brechas legais que perpetuam desigualdades, mesmo em países desenvolvidos. Por isso a ação institucional tem de ser firme e contínua, a fim de garantir justiça igualitária. Campanhas educativas e de conscientização são essenciais para que a sociedade entenda a relevância da equidade. A lei por si só não transforma mentalidades, mas é instrumento indispensável para pavimentar o caminho da mudança.


Comemorar o Dia Internacional da Mulher é reconhecer sua importância no contexto da sociedade humana. Mas não basta celebrar, é preciso denunciar os desvios, combater a violência e exigir políticas inclusivas. Em 2026, o tema global “Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas” sintetiza essa necessidade. Portanto a data é um chamado à mobilização. A evolução da humanidade depende da valorização plena da mulher, não apenas como mãe ou esposa, mas como protagonista de sua própria história. Parabéns, Mulheres!


João Teodoro da Silva

Presidente – Sistema Cofeci-Creci - 07/MAR/2026

(Neurocientista Comportamental)

2 comentários


showen
showen
há 6 dias

thank u, i like play brainrot games

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Tunisha Straub
Tunisha Straub
18 de mar.

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