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Valorização dos imóveis não para de crescer no Rio

A onda de valorização dos imóveis residenciais e comerciais no Rio não para de crescer. Nos últimos nove anos, casas e apartamentos localizados em regiões que viveram períodos sem investimentos, como Tijuca, Centro e São Cristóvão, tiveram alta de preços de 400%. Comerciais registraram recomposição de 700% até 2010. De olho nesse movimento, construtoras passaram a investir nessas áreas. Tanto que a Secretaria Municipal de Urbanismo registrou crescimento de 4.463% na quantidade de licenças para construções no Centro, de abril a janeiro deste ano em comparação ao mesmo período de 2010.

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Setor imobiliário ganha força e mais negócios

setor_ganha_forcaNão são poucos os cidadãos fortalezenses e até do Interior do Estado, um pouco mais desinformados, que pensam ser Messejana um município agregado à Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) e não um bairro da periferia da Cidade. Porém, essa confusão é justificável por conta do tamanho do grau de autonomia que Messejana ganhou, especialmente, nos últimos anos. E isso repercute no setor imobiliário.

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Construção de estádio em Itaquera aquece mercado imobiliário

Obras do itaqueraoProprietários apostam na valorização de imóveis. Moradores de terrenos invadidos temem desapropriação.

A construção do estádio do Corinthians, recém-iniciada, já aquece o mercado imobiliário de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. Os proprietários esperam a valorização de seus imóveis graças ao anúncio de um investimento municipal e estadual em obras de infraestrutura de mais de R$ 400 milhões  para melhorias no entorno do estádio. Um apartamento dentro de um dos conjuntos residenciais vizinhos ao estádio passou de R$ 90 mil há um ano para cerca de R$ 120 mil, segundo consultores. Para quem vive nas favelas próximas ao futuro Itaquerão, as promessas de mudanças são fonte de preocupação.

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Espera por aluguel atinge seis meses

O mercado imobiliário não dá sinais de arrefecimento. Exemplo disso é a falta de unidades para locação. Há um ano, o tempo médio de espera para encontrar um imóvel para alugar na região era de dois meses. Prazo que hoje chega a seis meses. As informações são do delegado regional do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis, Alvarino Lemes, e imobiliárias ouvidas pela equipe do Diário.

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Governo quer o fim dos índices na correção dos aluguéis

Ideia é desindexar economia, mas com transição e sem quebrar contratos entre proprietários e inquilinos.

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